Inteligência regulatória desde antes de virar tendência.
Começamos quando quase ninguém falava em RegTech no Brasil — com a convicção de que o monitoramento regulatório não precisava ser feito à mão. Construímos a infraestrutura que faltava e seguimos ampliando o que é possível.
Reduzir a entropia
regulatória.
Empresas altamente reguladas gerenciavam uma das exposições mais complexas do mundo — a regulação brasileira — com planilhas e leitura manual. O problema nunca foi falta de cuidado. Era escala.
Nossa resposta foi automatizar a coleta, a estruturação e a entrega dos dados regulatórios, para que os times pudessem fazer o que realmente importa: decidir.
"Empresas que não são eficientes na difusão da informação são sistemas que tendem a falhar."
Inovação não é
discurso. É
como operamos.
Não somos uma empresa que se acomoda com o que já funciona. Em cada etapa, escolhemos construir com profundidade técnica. Porque é nela que mora a diferença.
Começamos quando "RegTech" ainda era um termo desconhecido por aqui. Não esperamos o mercado se consolidar para investir nele.
Nosso instinto é olhar para o que ainda não aconteceu. Preferimos preparar o caminho a reagir ao problema — antecipar faz parte de quem somos.
Pesquisa aplicada registrada na FAPESP, com padrão acadêmico. Tratamos regulação como um problema de dados — e de ciência.
Reconhecida no NTT Data Business Contest, finalista global em Tóquio, e em programas de inovação na Europa. A visão atravessou fronteiras cedo.
Construímos para servir de base, não apenas como ferramenta isolada. Pensar em infraestrutura de base, e não em algo pontual, é o que nos faz ir além do convencional.
Cada órgão monitorado passa por estruturação e validação. Preferimos cobertura auditável a cobertura volumosa.
Reconhecida desde os
primeiros anos.
Do primeiro concurso de inovação ao reconhecimento internacional — uma trajetória marcada por validações externas, em programas que selecionam quem aposta no que ainda não existe.
Open Innovation Contest — representante do Brasil na final global em Tóquio (10 países).
Startup finalista — uma das maiores competições fintech do mundo.
Competição internacional de startups.
Iniciativa suíça de inovação digital.
Hub internacional de inovação e impacto.
Bolsa WeSTART — reconhecimento internacional.
Maior programa de aceleração da América Latina.
Aceleração e rede de inovação.
Hub de inovação para o setor público.
Programa de inovação do Governo de São Paulo.
Mapa e comunidade fintech do Brasil.
Maior evento de tecnologia e telecom da América Latina.
Um dos maiores parques tecnológicos do país.
Pesquisa aplicada em modelagem regulatória com padrão acadêmico.
Entre as primeiras RegTechs do país, citada como referência.
Engenheiro com mestrado em modelagem matemática e extensão no MIT, chegou ao mercado regulatório pela porta dos dados. Enxergou que o desafio das organizações reguladas não era de interpretação — era de escala da informação. Em 2016, fundou a Legalbot para resolver isso.
"Reduzir a entropia regulatória" — a ideia que originou a empresa e ainda guia cada decisão de produto.